“A brasileira Deborah Colker não é mulher de correr de um desafio. (...) E em Nó, ela prova mais uma vez ser a rainha da cenografia, amarrando seus bailarinos em intricadas variações, que em mãos menos hábeis poderiam soar grosseiras e pesadas. Mas Colker extrai uma elegância brutal destas imagens de cativeiro.”

(Metro, por Keith Watson, Londres, Reino Unido, 28 de abril de 2006)

“Dividido em duas metades complementares, Nó é uma tentativa de Colker de expressar-se fisicamente sobre a filosofia do desejo, transformando-a em um espetáculo dinâmico e inquietante. (...) O resultado é ao mesmo tempo um programa fantástico e alimento sensual para reflexão.”

(Dance Europe, por Donald Hutera, Londres, Reino Unido, junho de 2005)

“Há muito mais acontecendo aqui do meramente a dança. Olhares e toques são trocados e, em um momento, uma brincalhona palmada na bunda, fazendo de todos nós voyeurs.”

(The Daily Telegraph, por Elena Seymenliyska, Londres, Reino Unido, 28 de abril de 2006)

“Apesar de toda a sua suada fisicalidade, as danças da Colker corroboram sua aclamação como coreógrafa cerebral. Quanto mais forte o conceito por trás de um espetáculo, mais rico o movimento que ela cria.”

(The Sunday Times, por Clifford Bishop, Londres, Reino Unido, 16 de abril de 2006)

“Colker parte para movimentos que nenhum coreógrafo alemão ousaria. Oscila entre o ousado e o oferecido. (...) ‘Nó’ não mostra nenhum desejo fatal, mas animados trios e fenomenais quartetos. Homem caça homem ou mulher abraça mulher. Você pode, é a mensagem de Deborah Colker.

(Der Tagesspiegel, por Sandra Luzina, Berlim, Alemanha, 8 de maio de 2005)

“Eles dançam tão assombrosamente bem, que ficamos atentos como uma aranha ao entardecer. Há maravilhosas combinações de passos e brincadeiras com as cordas, danças aos pares nunca dantes vistas.”

(Südddetsche Zeitung, por Arnd Wesemann, Munique, Alemanha, 7-8 de maio de 2005)

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