MIX

De um olhar europeu sobre a dança contemporânea

brasi­leira, nasceu Mix, espetáculo que promove a fusão de Vulcão e Velox, as duas primeiras criações da Companhia de Dança Deborah Colker. Em meio ao processo de curadoria da 6ª edição da Bienal da Dança de Lyon, dedicada ao Brasil, o francês Guy Darmet, diretor do evento, foi conferir os dois balés, encantou-se com ambos, e propôs à Deborah Colker que preparasse, espe­cialmente para o festival, uma espécie de medley deles.

 

Mixados com maestria pela coreógrafa carioca e sua afiada trupe de bailarinos, os sentimentos em estado bruto e de ebulição de Paixão, a ironia e a elegância de Desfile, as

re­flexões em torno da física do movimento, esbo­çadas em Máqui­nas e desenvolvidas em Mecânica e Sonar, a babel

de gestos e movimentos instau­rada em Coti­diano, e o eletrizante balé verticalizado de Al­pinismo culminaram

em um ter­ceiro espetáculo, que se tornaria um dos clássicos da companhia e alavancaria sua projeção no cenário internacional.

Criação, Coreografia e Direção DEBORAH COLKER

Direção Executiva JOÃO ELIAS

 

Direção Musical SÉRGIO MEKLER . CHICO NEVES (Máquinas, Desfile, Paixão)

BERNA CEPPAS . ALEXANDRE KASSIN . SÉRGIO MEKLER . LEANDRO LEAL (Mecânica, Cotidiano, Sonar, Alpinismo)

Cenografia GRINGO CARDIA
Figurinos YAMÊ REIS

Iluminação MANECO QUINDERÉ (Máquinas, Desfile, Paixão)

JORGINHO DE CARVALHO (Mecânica, Cotidiano, Sonar, Alpinismo)

 

Estreia 16 de setembro de 1996, Thêatre National Populaire, Lyon, França

Duração 63 minutos

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