Em seu sétimo espetáculo, Nó, a coreográfa Deborah Colker transforma em dança um tema demasiado humano:

o desejo.

 

Nó fez sua estreia mundial em 5 de maio de 2005 no Festival de Dança Movimentos, em Wolfsburg, Alemanha, com grande sucesso de público e crítica.

 

No primeiro ato, os bailarinos se movimentam em meio

a um emaranhado de 120 cordas. Cordas que dão nós

e que simbolizam os laços afetivos que nos amarram. Cordas que servem para aprisionar, puxar, ligar, libertar.

 

No segundo ato, saem as cordas e o palco é ocupado

por uma enorme caixa transparente criada pelo cenógrafo Gringo Cardia.

 

É uma metáfora do desejo, daquilo que se quer, mas não

se pode pegar, daquilo que se vê, mas não se pode ter, daquilo que se ambiciona, mas não se pode realizar.

Os bailarinos equilibram as técnicas clássica e contemporânea em movimentos delicados e brutais.

Criação, Coreografia e Direção DEBORAH COLKER

Direção de Executiva JOÃO ELIAS


Direção Musical BERNA CEPPAS

Cenografia e Direção de Arte GRINGO CARDIA
Figurinos ALEXANDRE HERCHCOVITCH
Iluminação JORGINHO DE CARVALHO

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